Cartas por pontos em Portugal

Esta vai ser uma nova realidade, a Carta por pontos que deverá substituir o actual regime de multas e cassação do título de condução iniciativa inserida na Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária e nas mudanças na carta de condução em Portugal.
Quando implementada, data que ainda não foi definida, a cada infracção serão somados pontos ao condutor, segundo a sua gravidade, quando se atingir determinado número de pontos haverá a cassação do título a semelhança do que acontece já em outros países da união europeia como a França.

Mas nem tudo é mau pois os pontos podem ser recuperados, desde que o condutor esteja determinado tempo sem infracções e caso frequente cursos de reciclagem e de educação rodoviária e nesta altura cada automobilista vai poder consultar o registo individual disponibilizado na Internet.

Mas será que este sistema é viável será que não vai existir um colapso do sistema informático, à semelhança dos problemas que causou em Espanha, pois para a carta por pontos ser implementada em Portugal vai ser necessário que o sistema informático seja aperfeiçoado eficaz e infalível senão acontecerá como em Espanha em que a capacidade de processamento das multas, retiradas de cartas e aplicaçao de penas de cadeia, impediu que modelo vingasse, pois se Espanha nao conseguiu, depois de 1 ano, a reducçao do numero de acidentes e mortes, será que Portugal consegue com este sitema não será mais um Simplex ou Complex

2 comentários

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Anónimo
admin
11 de fevereiro de 2009 às 23:52 ×

São atribuídos 12 pontos a cada condutor. Os diferentes tipos de infracção representam perdas entre
2 e 6 pontos.
Exemplos das penalizações : conduzir sem cinto 3 pontos, inversão de marcha em estrada sentido único 3 pontos, conduzir sem carta 4 pontos, conduzir sob efeito do álcool 6 pontos e falar ao telm.3 pontos.
Quando esgotar os pontos, vai ter de esperar 6 meses frequentar um curso de sensibilização e submeter-se a um exame .

Atenção, temos que nos reeducar ao volante.



semog

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Anónimo
admin
14 de fevereiro de 2009 às 07:30 ×

se houvesse vontade politica seria feito,mas penso que assim é mais rentavel para o governo a receita é maior neste modelo.

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