Diga não a automedicacão

automedicaçãoActualmente, os portugueses continuam a automedicar-se sem se aperceberem dos riscos e consequências a que estão sujeitos. Os anti-inflamatórios não esteróides (AINE) são os mais habituais. A errada ingestão destes e outros medicamentos tem levado muitos portugueses ao hospital e até mesmo à morte. Das complicações que levam mais frequentemente a hospitalizações temos as gastrointestinais, tais como hemorragia digestiva e perfuração gástrica.

As razões que levam à automedicação são varias ,a falta de acessibilidade, o ter de faltar ao trabalho e até mesmo a questão monetária, agora que se fala tanto na crise. Porém, as pessoas não se podem esquecer de que assumem responsabilidades por elas próprias com esta atitude, podendo correr sérios riscos.

De facto, em determinados casos, tais como a cefaleia, a febre, as mialgias e a dismenorreias, a automedicação tem vantagens: é mais barata e mais rápida.

Mas por vezes a sua utilização pode ser inadequada e até mesmo perigosa, pois pode mascarar os sintomas de uma patologia grave e até mesmo complicá-la.

As reacções alérgicas são mais frequentes do que se pode pensar, e se por um lado podem passar inobservadas, por outro podem ser mortais. Por isso é muito importante guardar sempre o folheto informativo e lê-lo com atenção.

Nos grupos de risco temos os recém-nascidos, lactentes, crianças, grávidas e mulheres que se encontrem a amamentar, nos quais qualquer consumo de medicamentos sem prescrição médica é altamente desaconselhado. Um conselho diga sempre não à automedicação.

2 comentários

Clique aqui para comentários
Maria do Céu
admin
16 de dezembro de 2008 às 17:24 ×

Se calhar a automedicação também se deve ao facto de termos uma assistência médica muito precária. De qualquer forma há que ter cuidado com este tema. Cada caso é um caso e não podemos estar a tomar os comprimidos que o vizinho tomou nua situação idêntica.

Reply
avatar
20 de junho de 2011 às 09:06 ×

Se calhar a automedicação também se deve ao facto de termos uma assistência médica muito precária. De qualquer forma há que ter cuidado com este tema. Cada caso é um caso, pois a pessoa pode criar graves problemas para a saúde...

Reply
avatar